terça-feira, 10 de maio de 2016

A História de Banette

Vou contar a vocês a história mais macabra que já vi em animes: a história de Banette.


Banette era uma linda boneca de pano, que foi dada de presente a Emily, uma garotinha que morava numa fazenda junto com os seus avós no interior. Certo dia, o avô de Emily a convidou para um passeio de barco no riacho que ficava próximo à fazenda. Emily subiu até o seu quarto e pegou sua boneca para lhe fazer companhia durante o passeio. Ficaram horas se divertindo com histórias engraçadas. Tudo ia bem, até chegar uma forte tempestade que escureceu ainda mais o céu. A noite tinha chegado, o que preocupava o avô de Emily, pois a visibilidade não era muito boa por conta da densa neblina. Já chegando às margens do riacho, o barco teve uma forte batida em um grande tronco de árvore. Emily e seu avô estavam bem, mas Banette havia caído com o impacto.
- Volte vovô, volte! A minha boneca caiu - gritou Emily.
- Não podemos, meu bem. Amanhã eu a procuro e devolvo para você. - respondeu o seu avô.
Chegando em casa, muito triste, Emily dispensou o jantar e foi logo dormir. No dia seguinte, acordou cedo e foi direto ao seu avô perguntar se tinha encontrado a sua boneca, mas ele não tinha boas notícias.

 Banette não estava mais lá, pois as correntezas do rio a levara para longe. Ela ficou por dias vagando sem rumo com a força das águas, durante esse tempo, Banette criou dentro de si um sentimento de abandono e vingança. Dizem que espíritos malignos costumam tomar posse de pessoas más, há também relatos de objetos serem possuídos, foi o que aconteceu. Já domada de forças sobrenaturais, Banette se levanta em um pequeno vilarejo da região. Já não era mais uma bonequinha de colo, algo estava errado. Com sede de vingança, ela sai de casa em casa, olhando janela por janela em busca da menina que a abandonou naquela noite. Banette quer encontrar Emily para que juntas possam brincar novamente... "brincar" de boneca!




sexta-feira, 22 de abril de 2016

Creepypasta Ot Pokémon

 Era um sábado à noite, lembro que fazia muito frio. Tinha acabado de chegar de uma festa que teve no trabalho da minha mãe. Mesmo com muito sono entrei no Ot Pokémon, só para dar uma espiada e saber o que se passava ali durante a madrugada, mas o que vi naquela noite jamais esquecerei.

 O jogo parecia mais escuro que o normal, ninguém online ali onde eu estava. Fui até o Centro Pokémon para guardar alguns itens. Não tinha muito o que fazer, por isso fiquei andando aleatoriamente até que algo me chamou a atenção. Já ia saindo da cidade de Saffron e indo para Lavender Town quando ouvi uma música, um toque musical. Fui até o meu celular para conferir se era dali que vinham aquele som, mas não era. Não conseguia entender, pois o Ot Pokémon não dispunha de sons durante o jogo, mas continuei. Na hora eu não percebi, mas agora me lembro  de que não tinha nenhum pokémon selvagem no caminho. Nenhum player e nenhum pokémon, apenas aquela música dominava o ambiente. Já eram quase quatro horas da manhã, estava com muito sono. Difícil esquecer aquele som, baixo e assustador, nunca ouvira antes. A medida em que ia andando ele ia aumentando cada vez mais, até que cheguei em Lavender. Não consigo explicar a sensação que senti naquele momento, uma espécie de curiosidade, aventura e confesso que senti um pouco de medo também. Ao chegar na cidade, a música ficou mais intensa. Não dava mais, eu tinha que saber o que era aquilo! Fui andando por ali para descobrir pistas sobre o que estava acontecendo, mas não encontrei nada e nem ninguém. Fui até o Centro Pokémon, chegando lá tive certeza de que algo estava errado, a enfermeira Joy e sua Chansey não estavam em seus lugares. "O que houve com o jogo? Algum erro? Algum Hacker?" Inúmeras perguntas me vieram à cabeça e queria ter as respostas. O Centro Pokémon parecia estar vazio, mas percebi que o NPC Nick ainda estava lá, me aproximei dele e disse "oi", o que ele respondeu me deixou espantado: "Corra! Corra o mais rápido que puder! Corra! Antes que ele também pegue você". Me levantei da cadeira assustado: "O que é isso?!" Quis desligar o computador e ir dormir, mas não conseguia aceitar aquilo, agora tinha que ir até o fim.

 Eu me lembrei que a cidade de Lavender Town era famosa por ser assustadora tanto no anime quanto nos jogos de game boy, e lembrei também da torre que ali havia. Eu era iniciante, não sabia muito sobre o jogo e tinha apenas um Pokémon na mochila. Mesmo sendo inexperiente fui até a torre da cidade. Encontrei no caminho seis corpos jogados no chão e ao lado de cada um deles havia um Traces of Ghost parecendo-se com espíritos. Subi as escadas que dão acesso à torre e andei lentamente, pensando se ia ou não entrar naquele lugar. Agora eu tinha certeza, o som vinha dali. Ao chegar na entrada eu parei, a porta estava fechada. Tentei abri-la de várias maneiras, mas não consegui. Já cansado e com sono, resolvi deixar para o outro dia aquele mistério e voltei ao Centro Pokémon. Passando pelo mesmo lugar, eu percebi que os corpos estavam do mesmo jeito, mas as Traces of Ghost não estavam mais lá. De longe eu consegui ver a entrada da torre, a porta agora estava aberta! Subi novamente as escadas e lá entrei. Assim que entrei a porta se fechou e não abriu mais, estava trancada mais uma vez. O som não existia mais, o silêncio tomava conta do local. Estava ainda mais escuro lá dentro, não conseguia ver quase nada, por isso chamei o meu Charmander para que suas chamas iluminasse o caminho. Fui seguindo os corredores da torre, parte por parte. Via, praticamente, apenas o meu pokémon de tão escuro que estava. O Silêncio me deixava ansioso. Segui até o final de um corredor e desci as escadas que dava acesso ao andar inferior. Estava quase desistindo de achar alguma pista quando escutei uma risada, uma risada sobrenatural, demoníaca! O meu Charmander parou de me seguir e correu em direção à saída, tudo já estava muito confuso e eu agora estava sozinho naquele lugar. Vez ou outra eu ouvia aquela risada, a coisa mais macabra que já ouvi. Fui seguindo os corredores, agora no escuro quase total, até que avistei um grupo de pokemon fantasma, todos em fila e resolvi segui-los. A fila  terminava em uma longa sala cheia de corpos acompanhados de Traces of Ghost. A sala parecia ter outros dois corredores, o primeiro tinha uma espécie de portal por onde saíram todos os pokemon fantasmas que tinha visto, o outro era muito longo e eu não consegui ver o que tinha no final. Estava seguindo o segundo corredor quando as luzes se acenderam e pude ver ao longe um Gengar, mas não parecia ser um Gengar normal, este era maior e preto. Tentei me aproximar, mas quando cheguei perto a tela do computador ficou novamente escura, o pokémon estranho não estava mais ali. Logo após isso aquele som começou a tocar novamente, desta vez de maneira bem lenta. Quando as luzes se acenderam novamente eu estava morto. Não entendi o que o aconteceu, o Gengar teria me matado? Eu não sabia o que fazer, pois mesmo morto o jogo continuava e a música também. Tentei fechar o client mas não consegui. Já ia reiniciando o computador quando recebi algumas mensagens no privado, elas diziam:

Eu vim do sub-mundo
E pra lá vou te levar
Queria me conhecer?
O meu nome é Gengar!

Depois disso eu ouvi novamente aquela risada macabra de antes e em seguida o computador reiniciou. Depois disso eu nunca mais joguei o Ot Pokémon pois receio que isto aconteça novamente.


sábado, 26 de março de 2016

O Universo Paralelo de Giratina

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 A teoria mais aceita para a origem do (nosso) universo é a do Big Bang que diz que tudo se iniciou em uma grande expansão. Levando para o mundo Pokémon, sabemos (pois já estudamos como o mundo Pokémon foi criado) que Arceus nasceu em um universo de puro caos e solidão. Ele ficou vagando solitário em um além… Certo, continuando com a teoria sobre a origem do nosso universo, antes da expansão provacada pelo Big Bang, o universo não era constituído por matéria, mas sim por energia sob forma de radiação. Então quando Arceus nasceu do ovo desconhecido, ele ficou vagando através da radiação, procurando exatamente o que precisava fazer. O universo então passou a se expandir e, consequentemente, a se esfriar. Pares de partícula-antipartícula eram criados e aniquilados em grande quantidade. Com a queda de temperatura a matéria pôde começar a formar hádrons, assim como a antimatéria a formar antihádrons, pois matéria e antimatéria foram geradas em quantidades iguais. Okay, vamos parar por aqui um pouco e levar essa explicação da criação do nosso mundo para o universo Pokémon. Vale lembrar que Junichi Masuda também disse que a criação do mundo Pokémon FOI TOTALMENTE baseada na criação do planeta terra (segundo os cientistas).
O estudo do Big Bang diz: “pois matéria e antimatéria foram geradas em quantidades iguais”. Sem saber, Arceus começou a criar não somente o planeta terra onde os Pokémon posteriormente iriam viver, mas o universo reverso de Giratina. E isso “sem querer” e não estava no poder do deus Pokémon limitar isso, uma vez que como foi dito acima, com a queda de temperatura a matéria começou a formar hádrons, assim como a antimatéria a formar antihádrons, e isso foi totalmente inevitável. Então, inconsequentemente, o planeta terra foi criado na mesma proporção que o universo reverso de Giratina. No caso, antimatéria. Atualmente, no entanto, parece que vivemos em um universo onde só há matéria.

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 Na realidade, já é estranho que o universo exista, pois, quando a matéria e a antimatéria se encontram, o processo inverso da criação ocorre, ou seja, elas anulam-se gerando apenas energia nesse processo. Seria altamente provável, portanto, que logo após terem sido criadas, partículas e antipartículas se anulassem, impedindo que corpos mais complexos como hádrons, átomos, moléculas, minerais e seres vivos pudessem se formar. Acredita-se que esse processo de geração e aniquilação realmente ocorreu para quase toda a matéria criada durante o início da expansão do universo, mas o simples fato de existirmos indica que ao menos uma pequena fração de matéria escapou a esse extermínio precoce. Assim como também o universo de Giratina… Como podem ver, por quase uma fração de segundos, nem um ser vivo existiria, só energia. Então as mesmas partículas que possibilitaram a criação do nosso mundo, são as mesmas que possibilitaram a criação do universo de Giratina.

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 É possível que algum processo, de origem desconhecida, tenha provocado uma separação entre a matéria e a antimatéria. Neste caso existiriam regiões do universo em que a antimatéria e não a matéria seria mais abundante. Planejam-se algumas experiências no espaço para procurar essas regiões. No entanto, como até hoje não se conhece um processo capaz de gerar tal separação, a maioria dos cientistas não acredita nessa hipótese. Por outro lado, existe a possibilidade de que a natureza trate de forma ligeiramente diferente a matéria e a antimatéria. Se isto for verdade, seria possível que uma pequena fração da matéria inicialmente gerada tenha sobrevivido e formado o universo conhecido hoje. Há resultados experimentais e teóricos que apontam nesta direção. E todos esses estudos são voltados para a criação do nosso mundo, mas também para o universo Pokémon (uma vez que foi inspirado na teoria do Big Bang).
Recapitulando, na mesma medida que Arceus criou o mundo Pokémon, ele também criou a antimatéria que é o universo de Giratina. Agora levando em consideração as mesmas lendas de Sinnoh que foram usadas na minha matéria “Como o universo Pokémon foi criado?“, elas dizem que Arceus criou Giratina juntamente com Dialga (Tempo) e Palkia (Espaço), mas depois viu que Giratina era violento demais para fazer parte da criação do “mundo perfeito” e o baniu… O próprio deus Pokémon depois percebeu o universo que criou “sem querer” e viu que lá era o lugar certo para banir Giratina, enviando o Pokémon para lá e, assim, tornando-o a antimatéria.

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 No filme “Giratina e o Cavaleiro do Céu”, é dito que o universo de Giratina é o lugar onde se guarda toda a poluíção do nosso mundo na forma de veneno, desta forma a balança do meio ambiente do mundo real não é destruida pela poluição. Por isso você não vai conseguir ficar nem ao menos cinco minutos dentro desse mundo (Sim, sei que nos jogos você fica bem mais tempo que isso, mas tem outra explicação para esse caso, e vou falar dela na continuação dessa matéria). Na Pokédex de Giratina diz que ela costuma andar em cemitérios para levar as almas para o “descanso”, isso nos leva a hipótese de que esse mundo também funciona como o “inferno“, para onde as almas vão. Se bem que não vemos em lugar nenhum a existência de um céu, onde possivelmente Arceus moraria. Será que só existe um mundo pós-morte e ele é o universo reverso de Giratina?

Fonte: www.universoparalelosite.wordpress.com